A obtenção de diamante em bruto na Índia através do sistema de licitação online tem sido útil durante a situação do COVID

Dinesh Navadiya, o presidente regional (região de Gujarat) do Conselho de promoção de exportação de joias e joias (GJEPC) da Índia foi nomeado presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Sul de Gujarat (SGCCI). Ele...

30 de novembro de 2020

Cultivando demanda por diamantes naturais

A CIBJO, a confederação internacional de joias, realizou um webinar no mês passado sobre o cultivo da demanda por diamantes naturais. A CIBJO vinha realizando uma série de webinars sobre o impacto da pandemia COVID-19. O webinar examinou maneiras...

23 de novembro de 2020

Deljanin e Simic: Não acreditamos que os diamantes de laboratório sejam uma ameaça aos diamantes naturais

Os especialistas da indústria de gemas e joias, Branko Deljanin e Dusan Simic, concluíram a 3ª edição de seu livro best-seller, Laboratory-Grown Diamonds - Information guide to HPHT e CVD-grows. Deljanin e Simic são pesquisadores de diamantes com...

16 de novembro de 2020

Kapu Gems: A fabricação limitada de diamantes aumenta a demanda

Após concluir o diploma de comércio B. Com, Kalpesh D. Vaghani se aventurou no negócio da família. Sua compreensão do mercado, as complexidades do diamante e a utilização de tecnologia de padrões globais o ajudaram a criar um nicho para si mesmo...

02 de novembro de 2020

Chris Del Gatto: “Fornecemos capital para empresas inteligentes”

Chris Del Gatto, CEO e cofundador da DELGATTO DIAMOND FINANCE FUND L.P, um credor não bancário com sede em Nova York para a indústria de diamantes e joias, começou sua carreira como cortador de diamantes quando tinha apenas 17 anos. No início dos...

26 de outubro de 2020

Angola negoceia regresso de multinacionais diamantíferas

18 de novembro de 2020
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Crédito de imagem: De Beers Group (Facebook)


Angola negoceia o regresso no país das principais empresas diamantíferas do mundo, com destaque para a De Beers e a Rio Tinto, segundo o presidente do Conselho de Administração da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (ENDIAMA).
Ganga Júnior adiantou que os contactos e as negociações, em alguns casos, “já estão em estágio avançado.
O possível regresso das duas multinacionais, segundo ainda Ganga Júnior, “é bem-vinda”, tendo em conta do ano que considera difícil para a indústria diamantífera angolana, marcada acentuadas quedas de produção e o encerramento dos principais mercados mundiais de diamantes, por conta da actual pandemia da Covid-19.
“De repente, deixámos de comprar e vender. Todos os países e mercados financeiros internacionais também fecharam”, referiu o PCA da ENDIAMA, apontando para a praça belga e indiana.
Angola, como se sabe, produz anualmente entre nove e 10 milhões de quilates, o que representa cerca de um terço do que é produzido pela Alrosa e a De Beers.
No quadro das reformas em curso no sector, a Empresa Nacional de Diamantes de Angola encontra-se em processo de privatização, um exercício que se procura efectivar até 2022.
A ideia é que a gigante diamantífera angolana venha, igualmente, abdicar dos negócios fora do seu core business, exercício que se pode reflectir no aumento significativo nas contribuições fiscais, que se apresentam ainda mínimas.
Em 2018 e 2019, os cofres do Estado beneficiaram com uma contribuição de 252 milhões de dólares e 328 milhões, respectivamente, por parte da ENDIAMA, que pretende aumentar para quase 1,4 mil milhões em dois anos.

Dias Francisco, correspondente da Rough&Polished em Angola